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MORADIA OPERÁRIA EM VOLTA REDONDA – DA GÊNESE À PRIVATIZAÇÃO DA CSN – 1940 A 1993 – PERMANÊNCIAS E CONTRIBUIÇÃO DA MORFOLOGIA.

PAULO GUSTAVO PEREIRA BASTOS

 

Data da Defesa: 29/08/2005

 

 

Orientador:  THEREZA CRISTINA CARVALHO DOS SANTOS

 

 

Resumo:

 

 

Palavras-chave:

 

 

Palacete Babilônia, de residência a sede do Colégio Militar: arquitetura

neoclássica no Rio de Janeiro imperial.

MARCIA HELENA VAZ TEIXEIRA

 

Data da Defesa:  30/08/2005

 

Orientador: NIREU OLIVEIRA CAVALCANTI,

 

Resumo:

Esta dissertação teve por objetivo definir diretrizes para a restauração do

Palacete Babilônia, edificação representativa da arquitetura neoclássica produzida

no Rio de Janeiro durante o segundo reinado brasileiro. Construído em 1864, o

edifício abriga, desde 1889, a Sede do Comando do Colégio Militar. O edifício foi

tombado pelo Departamento Geral de Patrimônio Cultural – DGPC e pelo Instituto

do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

Este trabalho procurou responder questões como: o que fazer, como fazer e

por que fazer esta restauração, com isso buscando contribuir para uma

intervenção neste Patrimônio Cultural de forma criteriosa e respaldada.

O edifício foi estudado sob as vertentes histórica, estética e física, sendo para

isso contextualizado na sociedade do século XIX e no movimento neoclássico,

considerando-se as relações econômicas e sociais, expressões estética e cultural

no Rio de Janeiro imperial. Foram também investigadas as principais correntes de

restauração e, delas extraídos os conceitos que mais se ajustam às questões

pertinentes ao objeto de estudo.

 

Palavras-chave:

 

 

O poder Público e as novas parcerias na reestruturação da área central de Niterói-RJ

Ralph Lassance Soares Júnior

 

Data da Defesa; 29/08/2005

 

Orientador: Fernanda Éster Sánchez Garcia

 

 

Resumo:

O presente trabalho propõe uma reflexão acerca das diferentes formas de parceria

implementadas pelo poder público na cidade de Niterói, particularmente aquelas traçadas para

a reestruturação urbana da área central. Assim, tem como objetivo central discutir e avaliar de

que modo e com que finalidade tais parcerias vêm sendo constituídas entre poder público,

iniciativa privada e demais atores vinculados ao centro. Para orientar tal discussão, percorrese

um caminho de pesquisa que analisa as diferentes feições dos alinhamentos políticos,

institucionais e empresariais os quais derivam em distintas vertentes de intervenção urbana,

ora mais flexíveis e pontuais, defendidas pelo chamado planejamento estratégico e

sustentadas nos pilares da renovação urbana, ora vinculadas ao planejamento urbano e à

aplicação de programas públicos e instrumentos urbanísticos que propiciam uma maior

democratização do solo, característicos da chamada reabilitação urbana. Tais vertentes

remetem a algumas referências internacionais e nacionais de reestruturação urbana, nas quais

é possível reconhecer distintas naturezas e prioridades. Enquanto algumas intervenções

priorizam as parcerias público-privadas para alavancar projetos de cunho empresarial,

deixando grandes déficits nos cofres públicos municipais, outras intervenções são norteadas

por programas públicos direcionados para a recuperação da memória da cidade e a

reabilitação integrada de seu tecido, na busca de garantir aos cidadãos o acesso aos bens e

serviços existentes. Essas diferentes orientações são captadas e reinterpretadas nas políticas

urbanas brasileiras, ora pela reprodução de modelos empresariais excludentes como o

“Projeto Teleporto” no Rio e os “megaprojetos” em São Paulo, ora pelo respeito ao tecido

sócio-espacial existente, como no “Projeto Corredor Cultural” e nos “Perímetros de

Reabilitação Integrada”, respectivamente. O modelo perseguido pela Prefeitura de Niterói,

desde 1989, vem privilegiando, para a área central, projetos de cunho estratégico como o

Caminho Niemeyer, direcionado para projetar a imagem da cidade em escala ampliada e

fomentar o turismo. No âmago de tal modelo, atribui-se ao capital imobiliário ditar as pautas

da renovação urbana, por meio de um adensamento da área central, a qual é lida como

“degradada”, junto à renovação dos imóveis de preservação existentes. Em contraponto a esse

viés de reestruturação urbana, esta dissertação procura elucidar formas alternativas de

desenvolvimento urbano sustentadas por programas federais de reabilitação de áreas centrais,

comprometidos com esferas totalizantes da política pública, os quais aproveitam a infraestrutura

instalada para promover a moradia de baixa renda e a diversidade social nos centros.

Nessa direção, aponta para novas possibilidades de parcerias construídas pelo setor público de

Niterói, junto ao Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal, bem como instituições

de ensino e associações de moradores vinculadas ao Centro. Entende-se nesta pesquisa, que a

consolidação de tais parcerias, pactuadas em instâncias democráticas de desenvolvimento

urbano e comprometidas com o enfrentamento das carências habitacionais, possa fomentar a

reabilitação dos imóveis de preservação, vazios e subutilizados, assegurando a permanência

da população de baixa renda e a diversidade social dos moradores e usuários do Centro de

Niterói.

 

 

Palavras-chave: Renovação Urbana – Reabilitação Urbana – Centro de Niterói – Áreas Centrais – Formação de Parcerias.

 

URBANIZAÇÃO, APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO, CONFLITOS E TURISMO: Um Estudo de Caso de Angra dos Reis

CÁSSIO VELOSO DE ABREU

Data da Defesa:  13 de julho de 2005

 

 

Orientador: Glauco Bienenstein

 

Resumo:

A partir do início da década de 1970, o município de Angra dos Reis, localizado no

litoral ao sul do Estado do Rio de Janeiro, passou por várias transformações deflagradas por

um ciclo de investimentos estatais de cunho estratégico. Dentre eles, o trecho da Rodovia

Federal BR 101 que liga a cidade do Rio de Janeiro a Santos, SP, inaugurou uma nova fase no

seu desenvolvimento através da ampliação das oportunidades oferecidas ao capital imobiliário

tendo em vista o incremento das taxas de urbanização devido à crescente industrialização,

especialmente no que se refere ao desenvolvimento da atividade turística. Desse processo têm

emergido diversas contradições, notadamente no que diz respeito à distribuição dos custos da

urbanização e ao consumo predatório dos recursos cênicos e ambientais do município, que se

tornou campo de disputas entre os interesses do capital imobiliário, de um lado, e dos grupos

sociais que buscam alternativas de desenvolvimento local com base num tipo de atividade

turística, calcada no manejo sustentável dos recursos naturais e culturais ainda presentes na

região. No âmbito da gestão urbana, tais disputas têm se dado através das tentativas de

implantação de canais de gestão democrática da cidade – implementadas notadamente pelas

sucessivas administrações do Partido dos Trabalhadores, PT, entre os anos 1988 e 2000 –

entremeadas com iniciativas de administração urbana de caráter essencialmente empresarial.

Neste trabalho é analisada a urbanização recente do município de Angra dos Reis, priorizando

as disputas e os conflitos entre os interesses dos atores com diferentes concepções sobre a

atividade turística desse município desde a primeira gestão do PT (1988 – 1992) no município

até agora. A análise está focada tanto na comparação entre os modos de atuação do capital

turístico-imobiliário e as propostas alternativas de exploração e consumo menos predatório do

espaço, sugeridas por organizações ambientalistas, alguns empresários do setor de turismo,

pequenos produtores rurais e algumas comunidades tradicionais da região, quanto na

avaliação de alguns pontos positivos e críticos das políticas públicas recentes vinculadas ao

desenvolvimento urbano, ambiental e turístico do Município de Angra dos Reis, que passaram

a ser implementadas desde a aprovação do Plano Diretor em 1992. Dentre as conclusões a que

se chegou através do estudo, destaca-se que apesar das tentativas de implantação de formas de gestão mais democráticas da cidade, os modos tradicionais de atuação do capital imobiliário

continuam pautando um tipo de desenvolvimento que reforça o já histórico consumo predatório dos recursos naturais e culturais, tão caros ao município.

Palavras-chave: Urbanização Turística. Angra dos Reis – Rio de Janeiro, Brasil. Capital

Imobiliário. Gestão Urbana

 

AVALIAÇÂO PÓS-OCUPAÇÃO E HUMANIZAÇÃO EM AMBIENTE DE SAÚDE : um estudo de caso na área de Reabilitação, em Niterói, RJ

REGINA FRUTUOSO TEIXEIRA

 

Data da Defesa:  22/08/2005

 

Orientador:  SÉRGIO R. LEUSIN DE AMORIM

 

Resumo:

No campo da Arquitetura Hospitalar, as dimensões simbólica, afetiva e psico-social do

espaço têm sido preteridas em função de uma hipervalorização das dimensões técnicas e

funcionais. Este paradigma, como demonstram diversas pesquisas, resultou em ambientes

austeros, frios e impessoais. A presente pesquisa visa a uma reflexão acerca do tema, através

da investigação de um estudo de caso. Com base no ferramental metodológico da Metodologia

de Avaliação Pós- Ocupação do Ambiente Construído (APO) avalia-se um ambiente de saúde.

O estudo de caso não trata de um ambiente produzido a partir de um projeto

arquitetônico. Optou-se por um ambiente que foi sendo construído informalmente , em etapas,

portanto, sem o controle do referido modelo de arquitetura hospitalar. Inicialmente, buscou-se

saber se seus ocupantes estariam satisfeitos, em diversos aspectos e se há nele indícios de

humanização. Verificou-se, também, se este espaço tem valor terapêutico e de que forma isto de

dá.

A partir das análises da APO, obteve-se um diagnóstico que fundamentou

recomendações para alguns melhoramentos no edifício e diretrizes para projetos de ambientes

de saúde, especialmente os que tiverem por objetivo atender à finalidades similares.

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